II – Segundo a Ordem de Melquisedeque

crownREVELAÇÃO EM PARÁBOLAS: Uma Breve Introdução ao Apocalipse de S. João
Por Frank Brito

Voltar para o Índice

SEGUNDO A ORDEM DE MELQUISEDEQUE

“João, às sete igrejas que estão na Ásia: Graça a vós e paz da parte daquele que é, e que era, e que há de vir… da parte de Jesus Cristo, que é a fiel testemunha, o primogênito dos mortos e o Soberano dos reis da terra. Aquele que nos ama, e pelo seu sangue nos libertou dos nossos pecados… a ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos. Amém”. (Apocalipse 1.4-6)

O objetivo aqui é identificar Jesus Cristo com o Rei dos reis e Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque (cf. Ap 1.5; Sl 110.1,4). No Antigo Testamento, reis não eram sacerdotes e sacerdotes não eram reis. Tinham funções distintas, com finalidades diferentes, apesar de estarem igualmente subordinados aos mandamentos da Lei de Deus. Mas os dois ofícios continham a substancia daquilo que se cumpriria em Jesus Cristo.

É importante lembrar que o estabelecimento da monarquia em Israel foi reconhecido por Deus como um ato de apostasia e rebelião: “Então todos os anciãos de Israel se congregaram, e vieram ter com Samuel, a Ramá, e lhe disseram: Eis que já estás velho, e teus filhos não andam nos teus caminhos. Constitui-nos, pois, agora um rei para nos julgar, como o têm todas as nações. Mas pareceu mal aos olhos de Samuel, quando disseram: Dá-nos um rei para nos julgar. Então Samuel orou ao Senhor. Disse o Senhor a Samuel: Ouve a voz do povo em tudo quanto te dizem, pois não é a ti que têm rejeitado, porém a mim, para que eu não reine sobre eles”. (I Sm 8.4-7) Deus havia deixado muito claro para Israel que sua Lei estabelecia um padrão de moral e de justiça absolutamente soberano tudo o que havia entre os gentios: “Pois que grande nação há que tenha deuses tão chegados a si como o é a nós o Senhor nosso Deus todas as vezes que o invocamos? E que grande nação há que tenha estatutos e preceitos tão justos como toda esta Lei que hoje ponho perante vós?” (Dt 4.7-8) A essência do pecado de Israel foi a inveja dos pagãos e o ardente desejo de estabelecer um sistema político segundo o padrão deles. O profeta Oséias escreveu sobre a ira de Deus em reação a isso: “Onde está agora o teu rei, para que te salve em todas as tuas cidades? e os teus juízes, dos quais disseste: Dá-me rei e príncipes? Dei-te um rei na minha ira” (Os 13.10-11).

O primeiro rei de Israel foi Saul.  Ele foi sucedido por Davi. Depois de Saul, todos os reis deveriam vir da tribo de Judá, especificamente da descendência de Davi: “Fiz um pacto com o meu escolhido; jurei ao meu servo Davi: Estabelecerei para sempre a tua descendência, e firmarei o teu trono por todas as gerações”. (Sl 89.3-4) Assim diz o Senhor: Se o meu pacto com o dia e com a noite não permanecer, e se eu não tiver determinado as ordenanças dos céus e da terra, também rejeitarei a descendência de Jacó, e de Davi, meu servo, de modo que não tome da sua descendência os que dominem” (Jr 33.25-26).

Isso conduz à seguinte questão: se o estabelecimento da monarquia em Israel foi reconhecido por Deus como um ato de apostasia e rebelião, por que Deus jurou que faria a descendência de Davi reinaria eternamente? A mera existência de reis em Israel não era contrária a sua vontade expressa? Por que ele não prometeu abolir em vez de perpetuar? Porque por meio da descendência de Davi, o próprio Deus reina na pessoa de Jesus Cristo. Quanto a sua natureza humana, Jesus Cristo “nasceu da descendência de Davi” (Rm 1.3) Mas simultaneamente, Jesus Cristo é “Deus bendito eternamente” (Rm 9.5)[1].

Em sua primeira epístola aos Coríntios, o Apóstolo Paulo escreveu com clareza sobre o significado e as implicações do Reino de Cristo:

“Pois é necessário que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte”. (I Coríntios 15.25-26)

O Apóstolo Paulo cita o Salmo 110 pra falar do Reino de Cristo: “Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos por escabelo dos teus pés”. (Sl 110.1) Este é o texto do Antigo Testamento mais mencionado no Novo Testamento[2]. É uma clara referência a ascensão de Jesus Cristo ao céu após sua ressurreição: “Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus”. (Mc 16.19) Mediante sua morte, ressurreição e ascensão Jesus Cristo foi estabelecido como o absoluto soberano sobre todas as coisas:

“E, aproximando-se Jesus, falou-lhes, dizendo: Foi-me dada toda a autoridade no céu e na terra” (Mateus 28.18-19).

“Segundo a operação da força do seu poder, que [Deus] operou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus, muito acima de todo principado, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro; e sujeitou todas as coisas debaixo dos seus pés” (Efésios 1.19-22).

“Tende em vós aquele sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus coisa a que se devia aferrar, mas esvaziou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, tornando-se semelhante aos homens; e, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu o nome que é sobre todo nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho dos que estão nos céus, e na terra, e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor”. (Filipenses 2.5-11)

É importante notar também que o Novo Testamento sempre reconhece a morte de Cristo como o meio pelo qual seu Reino foi estabelecido. É por isso que o Salmo 110 não fala somente de seu reino, mas também de seu sacerdócio: “Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”. (Sl 110.4) Isto indica uma mudança radical em relação ao Antigo Pacto. Sob o Antigo Pacto, reis não eram sacerdotes e sacerdotes não eram reis. Mas sob o Novo Pacto, Jesus Cristo é encarregado dos dois ofícios simultaneamente.

Sob o Antigo Pacto, a função primária dos sacerdotes era administrar o serviço religioso. Eles ensinavam a Lei e administravam os rituais como a circuncisão e os sacrifícios. Eram exclusivamente homens da tribo de Levi: “Então disse o Senhor a Moisés: Faze chegar à tribo de Levi, e põe-nos diante de Arão, o sacerdote, para que o sirvam; eles cumprirão o que é devido a ele e a toda a congregação, diante da tenda da revelação, fazendo o serviço do tabernáculo; cuidarão de todos os móveis da tenda da revelação, e zelarão pelo cumprimento dos deveres dos filhos de Israel, fazendo o serviço do tabernáculo. Darás, pois, os levitas a Arão e a seus filhos; de todo lhes são dados da parte dos filhos de Israel” (Números 3.5-9).[3] Qualquer outro era terminantemente proibido de exercer o ofício sacerdotal. Vemos isso claramente na vida de Saul:

“Esperou, pois, sete dias, até o tempo que Samuel determinara; não vindo, porém, Samuel a Gilgal, o povo, deixando a Saul, se dispersava. Então disse Saul: Trazei-me aqui um holocausto, e ofertas pacíficas. E ofereceu o holocausto. Mal tinha ele acabado de oferecer e holocausto, eis que Samuel chegou; e Saul lhe saiu ao encontro, para o saudar. Então perguntou Samuel: Que fizeste? Respondeu Saul: Porquanto via que o povo, deixando-me, se dispersava, e que tu não vinhas no tempo determinado, e que os filisteus já se tinham ajuntado em Micmás, eu disse: Agora descerão os filisteus sobre mim a Gilgal, e ainda não aplaquei o Senhor. Assim me constrangi e ofereci o holocausto. Então disse Samuel a Saul: Procedeste nesciamente; não guardaste o mandamento que o Senhor teu Deus te ordenou. O Senhor teria confirmado o teu reino sobre Israel para sempre; agora, porém, não subsistirá o teu reino; já tem o Senhor buscado para si um homem segundo o seu coração, e já o tem destinado para ser príncipe sobre o seu povo, porquanto não guardaste o que o Senhor te ordenou”. (I Samuel 13.8-14)

Saul não era um sacerdote e era um benjamita. Portanto, ele não tinha o direito de oferecer sacrifícios e por isso foi condenado por Deus: “Porque todo sumo sacerdote tomado dentre os homens é constituído a favor dos homens nas coisas concernentes a Deus… E por esta razão deve ele, tanto pelo povo como também por si mesmo, oferecer sacrifício pelos pecados. Ora, ninguém toma para si esta honra, senão quando é chamado por Deus, como o foi Arão”. (Heb 5.1-4) Isso explica porque Jesus não poderia ser reconhecido como sacerdote sob o Antigo Pacto. Sob o Antigo Pacto, os sacerdotes deveriam vir exclusivamente da tribo de Levi. Jesus Cristo era da tribo de Judá e não de Levi. Por isso o Salmo diz que ele seria estabelecido como “sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”. (Sl 110.4)

O livro de Gênesis fala sobre Melquisedeque: “Ora, Melquisedeque, rei de Salém, trouxe pão e vinho; pois era sacerdote do Deus Altíssimo”. (Gen 14.18) Diferente da distinção de ofícios que o Antigo Pacto faria, Melquisedeque era rei e sacerdote simultaneamente. É por isso que o Salmo 110 diz que Jesus Cristo seria sacerdote segundo a ordem dele. Jesus Cristo seria rei e sacerdote ao mesmo tempo: “Porque aquele, de quem estas coisas se dizem, pertence a outra tribo, da qual ninguém ainda serviu ao altar, visto ser manifesto que nosso Senhor procedeu de Judá, tribo da qual Moisés nada falou acerca de sacerdotes. E ainda muito mais manifesto é isto, se à semelhança de Melquisedeque se levanta outro sacerdote” (Hebreus 7.13-15).

Uma das principais responsabilidades dos sacerdotes levitas era o de administrar os sacrifícios de animais no templo. Mas Jesus Cristo ofereceu a si mesmo como sacrifício na cruz. Os animais sacrificados pelos sacerdotes levitas não tinham em si mesmos a capacidade de efetuar a expiação pelos pecados do homem: “Porque tendo a Lei a sombra dos bens futuros, e não a imagem exata das coisas, nunca, pelos mesmos sacrifícios que continuamente se oferecem cada ano, pode aperfeiçoar os que a eles se chegam”. (Heb 10.1) Estes sacrifícios somente sombras do sacrifício expiatório na cruz do verdadeiro Sumo Sacerdote, Jesus Cristo. Se os sacrifícios fossem em si mesmos eficazes para resolver o problema do pecado humano, não haveria a necessidade de serem repetidos continuamente. A necessidade de repetição testificava para sua própria ineficácia:

“Porque nos convinha tal sumo sacerdote, santo, inocente, imaculado, separado dos pecadores, e feito mais sublime que os céus; que não necessita, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez por todas, quando se ofereceu a si mesmo”. (Hebreus 7.26-27)

Os sacrifícios eram representações proféticas da expiação de Jesus, tendo a sua eficácia derivada dele somente. Ainda que Jesus Cristo não tivesse nascido ou sido crucificado, aqueles que viveram antes dele poderiam ter acesso aos méritos de sua morte por meio do sistema sacrifical.

O duplo ofício de Jesus Cristo com Rei e Sacerdote é crucial para que ele cumpra sua missão de restaurar o que foi perdido em Adão e que Israel posteriormente não conseguiu cumprir. Em Adão, a humanidade se rebelou contra Deus. Sendo assim, a restauração da humanidade exige a expiação de pecados. O Reino de Deus não poderia ser estabelecido sobre sua Criação sem que Jesus Cristo – nosso Sumo Sacerdote – nos libertasse de nossos pecados. Por meio de Jesus Cristo, toda oposição a Deus é destruída até que todas as coisas serão completamente submetidas a ele, de maneira que o reino seja entregue em completa subordinação a Deus o Pai:

“Pois como todos em Adão morrem, do mesmo modo todos em Cristo serão vivificados. Cada um, porém, na sua ordem: Cristo as primícias, depois os que são de Cristo, na sua vinda. Então virá o fim quando ele entregar o reino a Deus o Pai, quando houver destruído todo domínio, e toda autoridade e todo poder. Pois é necessário que ele reine até que haja posto todos os inimigos debaixo de seus pés. Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte”. (I Coríntios 15.22-26)

Aqui o Apóstolo Paulo explicou que o processo de restauração não seria imediato, mas progressivo. Ele diz que “é necessário que ele reine até que haja posto todos os inimigos de baixo de seus pés” (I Co 15.24). O Reino de Cristo começou quando ele subiu aos céus e foi entronizando a direita do Pai. Desde então, ele está progressivamente derrotando seus inimigos. Somente no fim da História é que Jesus Cristo terá “destruído todo domínio e toda autoridade e todo poder” (v.24).  Além disso, Paulo identificou qual seria o último inimigo que seria derrotado: “Ora, o último inimigo a ser destruído é a morte”. (I Co 15.22-26) Se é o ultimo, não poderá haver outros depois. Se houvessem outros depois, não seria o último. O último inimigo que será destruído será a morte. Isso acontecerá na ressurreição do último dia, na Segunda Vinda de Cristo:

“Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados. Porque convém que isto que é corruptível se revista da incorruptibilidade, e que isto que é mortal se revista da imortalidade. E, quando isto que é corruptível se revestir da incorruptibilidade, e isto que é mortal se revestir da imortalidade, então cumprir-se-á a palavra que está escrita: Tragada foi a morte na vitória. Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Onde está, ó inferno, a tua vitória?” (I Coríntios 15.51-55)

“Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”. (João 5.28-29)

“E a vontade do que me enviou é esta: Que eu não perca nenhum de todos aqueles que me deu, mas que eu o ressuscite no último dia”. (João 6.39)

“Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro”. (I Tessalonicenses 4.16)

Após a Segunda Vinda não poderá haver outros inimigos a serem derrotados, pois significará a derrota do último inimigo. Na Segunda Vinda, Jesus Cristo terá “destruído todo domínio e toda autoridade e todo poder” (I Co 15.24). A Segunda Vinda de Cristo marcará o fim do tempo, da história, o fim do mundo.

A vasta maioria dos cristãos contemporâneos acredita que quanto mais o fim da História se aproxima, mais devemos esperar que as coisas fiquem progressivamente piores em todos os aspectos da vida até que Jesus volte para nos salvar de toda destruição. Esta tem sido a mensagem incessante dos teólogos mais influentes de nossos dias. Mas o que Paulo nos ensinou aos Coríntios é exatamente oposto a isso. O que ele ensinou é que devemos esperar que antes da Segunda Vinda, os inimigos de Deus e do Evangelho sejam progressivamente submetidos a Jesus Cristo. O que devemos esperar é que o Reino de Deus cresça e se expanda até que chegue ao seu auge na ressurreição dos mortos. Como o próprio Jesus ensinou: “o reino dos céus é semelhante a um grão de mostarda, que um homem tomou e plantou no seu campo; o qual é, na verdade, a menor de todas as sementes, e, crescida, é maior do que as hortaliças, e se faz árvore, de modo que as aves do céu vêm aninhar-se nos seus ramos”. (Mateus 13.31-32) E também: “o reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha, até ficar tudo levedado”.(Mateus 13.33) O que devemos esperar para o futuro não é que as coisas fiquem progressivamente piores em todos os aspectos da vida, mas é que todas as coisas fiquem progressivamente melhores mediante a expansão do Evangelho. A contínua existência de pecado e maldade no mundo não deve nos levar a concluir que Jesus Cristo ainda não começou a reinar. Deve nos levar a concluir somente que o Reino de Jesus Cristo ainda não chegou a sua consumação final. A consumação final será simplesmente o cumprimento final do pacto do domínio estabelecido por Deus com a humanidade inteira em Adão. Israel invalidou o pacto da mesma forma que Adão (cf. Os 6.7). Mas por Jesus Cristo foi estabelecido um Novo Pacto que de maneira nenhuma será invalidado.

Voltar para o Índice


[1] O Concílio de Calcedônia em 451 A.D. declarou com bastante clareza a verdade da dupla natureza de Jesus Cristo: “Fiéis aos santos pais, todos nós, perfeitamente unânimes, ensinamos que se deve confessar um só e mesmo Filho, nosso Senhor Jesus Cristo, perfeito quanto à Divindade, perfeito quanto à Humanidade, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, constando de alma racional e de corpo; consubstancial, segundo a divindade, e consubstancial a nós, segundo a humanidade; em todas as coisas semelhante a nós, excetuando o pecado”.

[2] Mt 22.44; Mc 12.44; Lc 20.42-43; At 2.34; Ef 1.22; I Co 15.25; Hb 1.13; Hb 10.12-13.

[3] A tenda da revelação foi posteriormente substituída pelo Templo por Salomão. Não havia diferença substancial entre os dois. A diferença era principalmente estética. O que levou Davi a desejar a construção do templo foi sua percepção de que a tenda era esteticamente indigna daquilo que representava: “disse ele ao profeta Natã: Eis que eu moro numa casa de cedro, enquanto que a arca de Deus dentro de uma tenda”. (II Samuel 7.2)

1 opinião sobre “II – Segundo a Ordem de Melquisedeque”

  1. Ruan WonDollinger disse:

    Obrigado Frank, eu tinha muitas duvidas a respeito desse assunto. Acabei de ler superficialmente e parte delas foram resolvidas. Mas ja salvei a página para ler com mais calma e consultando as referencias. Vlw!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s