bullingerSOBRE O USO OU EFEITO DA LEI DE DEUS; SOBRE SEU CUMPRIMENTO E AB-ROGAÇÃO; E SOBRE AS SEMELHANÇAS E DIFERENÇAS ENTRE OS DOIS TESTAMENTOS E POVOS – O ANTIGO E O NOVO
Por Heinrich Bullinger

Sobre o Autor: Heinrich Bullinger (18 de julho de 1504 — 17 de setembro de 1575) foi um dos mais importantes teólogos da Reforma Protestante do século XVI, tendo sido pastor da Igreja em Zurique. Participou da composição da Primeira Confissão Helvética e escreveu a Segunda Confissão Helvética em 1566.

Parte IParte II – Parte III – Parte IV

Ainda que eu já tenha exposto a Lei de Deus por partes em sermões extensos, penso que eu não terei dito tudo o que deve ser dito e nem terei finalizado o assunto, a menos que eu agora acrescente um tratado sobre o uso, efeito, cumprimento e ab-rogação da Lei de Deus. Eu cheguei a mencionar essas questões superficialmente em meus sermões. Agora, por meio deste discurso ou sermão, amados, vocês entenderão que o Testamento da antiga e nova Igreja de Deus é inteiramente o mesmo; e que há somente um meio de salvação verdadeira para todos aqueles que já ou estão sendo salvos no mundo. Vocês também perceberão de que maneira o Novo Testamento difere do Antigo. Além disso, este tratado será necessário e muito útil, tanto para entender muitas partes da Santa Escritura quanto para perceber e aplicar tudo aquilo que eu já expliquei até aqui sobre a Lei. Que Deus – o autor, a sabedoria e a perfeita plenitude da Lei – me dê graça para falar de coisas que contribuem para Sua glória e para a saúde das vossas almas.

O uso da Lei de Deus é multiforme e de diversos tipos. Mas todos se resumem em três pontos específicos e, portanto, podemos dizer que há três usos ou três tipos de uso.

Primeiro, o uso principal da Lei é o de convencer todos os homens de serem culpados do pecado e também, por culpa própria, de serem filhos da morte. Pois a Lei de Deus proclama a santa vontade de Deus e, ao proclamá-la, requer de nós a mais perfeita e absoluta justiça. É por isso que a Lei deve ser reconhecida como o testemunho da vontade de Deus e o mais perfeito exemplar de Sua divina pureza. É a isso que se referem aquelas palavras do Senhor no Evangelho, na qual Ele recitou o resumo dos mandamentos de Deus: “O primeiro de todos os mandamentos é: Ouve, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Senhor. Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento, e de todas as tuas forças; este é o primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que estes”.[1] É também a isso que se refere o que foi dito pelo apóstolo Paulo: “Ora, o fim do mandamento é o amor de um coração puro, e de uma boa consciência, e de uma fé não fingida”.[2] Mas, como a Lei requer de nossas mãos a mais absoluta justiça, caridade e pureza de coração, ela condena todos os homens pelo pecado e injustiça com morte. Pois na Lei de Deus é dito expressamente: “Maldito aquele que não confirmar as palavras desta Lei, não as cumprindo”.[3] Mas qual de nós cumpriu todos os pontos da Lei? Que homem, eu pergunto, já teve ou neste dia tem um coração puro dentro de si? Que homem jamais amou ou agora ama a Deus com todo seu coração, com toda sua alma e com toda sua mente? Que homem jamais cobiçou o mal? Quem é que não o cobiça diariamente? Portanto, a imperfeição e o pecado é, pela Lei, revelada em toda a humanidade. Que diremos pois? Onde, eu pergunto, há em qualquer homem aquela divina e absolutíssima justiça que a Lei exige? Jó clamou: “como pode o homem ser justo para com Deus? Se alguém quisesse contender com ele, não lhe poderia responder uma vez em mil… Porque, ainda que eu fosse justo, não lhe responderia; antes ao meu Juiz pediria misericórdia”.[4] As palavras do apóstolo João tratam do mesmo: “Se dissermos que não temos pecado, enganamo-nos a nós mesmos, e não há verdade em nós”.[5] E também: “Se dissermos que não pecamos, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós”.[6] Desta maneira, a Lei é com um espelho pelo qual contemplamos nossa própria corrupção, fraqueza, imbecilidade, imperfeição e nosso próprio julgamento, isto é, nossa merecida condenação. Pois o apóstolo expressamente diz que a Lei foi dada para que as transgressões dos homens fossem manifestas e para que, com base nisso, os homens fossem levados a reconhecer suas imperfeições e a culpa pelo pecado. Nenhum de nós olha para si mesmo, nem para o que está oculto em nosso próprio peito, mas todos nos lisonjeamos e não aceitamos ser persuadidos que nossos pensamentos e obras sejam corrompidos. Então a Lei é introduzida e expõe os segredos de nossos corações e trazem a luz nosso pecado e corrupção. “Porque antes da Lei”, disse o apóstolo, “já estava o pecado no mundo, mas onde não há lei o pecado não é levado em conta”.[7] O mesmo apóstolo também disse: “Porque a Lei opera a ira. Porque onde não há Lei também não há transgressão”.[8] E também: “Pela lei vem o conhecimento do pecado”.[9] E no sétimo capítulo de Romanos o mesmo apóstolo diz ainda mais claramente: “Eu não conheci o pecado senão pela lei; porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse: Não cobiçarás. Mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, operou em mim toda a concupiscência; porquanto sem a Lei estava morto o pecado. E eu, nalgum tempo, vivia sem lei, mas, vindo o mandamento, reviveu o pecado, e eu morri. E o mandamento que era para vida, achei eu que me era para morte”.[10] Boa parte do capítulo é gasto lidando com essa questão. Portanto, o ofício principal de Moisés e o uso e efeito principal da Lei é o de mostrar ao homem seu pecado e imperfeição.

Quanto aos que ficam nisso e não avançam para extrair qualquer outro uso e efeito da Lei, como se Moisés não fizesse outra coisa se não matar, com se a Lei não fizesse nada se não executar, estes estão profundamente enganados. Eu repito e digo mais uma vez que o ofício principal da Lei é manifestar o pecado; e também que o ofício principal de Moisés é nos ensinar o que precisamos fazer e com ameaças e maldições nos pressionar para que seja feito, especialmente quando a Lei é comparada com o Evangelho. Pois no terceiro capítulo da segunda epístola aos Coríntios, Paulo chamou a Lei de letra e, imediatamente depois, de ministração da morte; e depois, de doutrina escrita com letras e tinta e em tábuas de pedra que não permaneceria, mas pereceria e acabaria. Por outro lado, o mesmo apóstolo chama o Evangelho de ministração ou doutrina do Espírito, que permaneceria e não pereceria, que é escrita nos corações dos homens e dá vida aos crentes. Com base nisso, confessamos abertamente que a propriedade da Lei é manifestar nossa enfermidade enquanto o Evangelho nos dá o remédio, remédio para algo que não há quase mais qualquer esperança.

E aqui nós precisamos entender que nossos santos ancestrais não tinham somente a Lei para convencê-los do pecado; e que Moisés somente serviu para matar e executar. Moisés não foi dado para machuca-los, mas para curá-los. E isto não pelo seu próprio poder ou virtude, mas ao conduzi-los Àquele que se regozija no coração quebrantado e que cura todas suas dores – Jesus Cristo, que também operava pelo ministério de Moisés. Pois não podemos pensar que, desde o princípio do mundo ou desde Moisés até a vinda de Cristo, a letra somente era pregada e que a graça e o Espírito de Deus estavam ociosos sem operar na mente dos fiéis. A Lei nos mostra e nos convence invencivelmente que em nós, isto é, em nossa carne, não existe aquela perfeição que o santíssimo e perfeitíssimo Deus requer de nós em Sua Lei. A Lei então chama a humanidade de volta (não por qualquer virtude na própria Lei, mas pelo poder do Espírito vivificador de Cristo) e retira a confiança da carne, como algo no qual não há saúde e nem um jota de perfeição. Desta maneira, a Lei nos dá a ocasião para nos voltarmos para Cristo nosso Mediador; Ele que sozinho é nossa santificação e perfeição. Então, por causa desta ocasião, a Lei é uma vereda e caminho, como um tutor[11] que foi dado por Deus aos homens para nos afastar de toda confiança em nossas próprias forças, de toda esperança de nossos próprios méritos e de toda confiança em qualquer tipo de criatura e para nos conduzir diretamente para Cristo, o qual “foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção”.[12] Fora dEle não há salvação de baixo do sol. Portanto, Moisés não somente nos apertar com a Lei, mas também pregar Cristo e a vida com Cristo. Pois o Senhor disse aos judeus no Evangelho: “Não cuideis que eu vos hei de acusar para com o Pai. Há um que vos acusa, Moisés, em quem vós esperais. Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em mim; porque de mim escreveu ele”.[13] E Paulo disse aos Gálatas: “Se fosse dada uma Lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela Lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da Lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a Lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados”.[14] O que poderia ser dito com maior clareza do que que a Lei encerrou tudo debaixo do pecado? Mas com que finalidade? “Para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes”. E novamente: “antes que a fé viesse”, isto é, antes que viesse Aquele a quem nossa fé é direcionada, Aquele sobre quem nossa fé está edificada, “estávamos guardados debaixo da Lei”. Como? Sendo “encerrados para aquela fé que se havia de manifestar”. Portanto, nossos pais foram encerrados na Lei para que não escapassem e deixassem buscar a vida e salvação em Cristo somente. Assim, a Lei nos conduziu pela fé diretamente a Cristo. E ele disse com uma clareza ainda maior: “A Lei nos serviu de tutor para nos conduzir a Cristo”. Novamente, a Lei nos conduz a Cristo. E ele novamente acrescenta: “para que pela fé fôssemos justificados”. Portanto, a Lei proclama a verdadeira doutrina da justificação, ensinando claramente que somos justificados pela fé em Cristo e não pelos méritos de nossas próprias obras. Neste ponto é abertamente como o Evangelho e toma para si o ofício do Evangelho. Isso não é motivo para se maravilhar porque, para muitos homens, por suas próprias culpas, o Evangelho de fato se torna a letra. Além disso, o mesmo apóstolo diz noutro lugar: “Nesses sacrifícios… se faz recordação dos pecados”[15], e nós sabemos que neles a purificação dos pecados era prefigurada. Portanto, até mesmo as leis cerimoniais lhes conduziam a Cristo, testificando e ensinando-lhes que somente Ele nos limpa de todos nossos pecados. Com base nisso, concluo que o ofício de Moisés e da Lei era e continua sendo o de nos revelar nosso pecado e nossa condenação, mas não somente nos condena. Também cria a ocasião para nos conduzir a Cristo.

Com isso aprendemos também que a Lei não somente nos ensina os princípios e rudimentos da justiça, mas a verdadeira e absoluta justiça. Pois Moisés expressamente diz que ele ensinou uma doutrina perfeitíssima e absoluta, na qual se encontra tanto a vida quanto a morte. E o apóstolo diz que a Lei nos conduz pela mão até Cristo para que sejamos justificados pela fé. A justiça pela fé é a perfeitíssima justiça. Portanto, os preceitos da Lei são em alguns lugares chamados de rudimentos do mundo, isto se dá por dois motivos principais: o primeiro motivo é que a Lei contem as primeiras instruções ou elementos que, quando a doutrina do Evangelho vem, se consumam e dão lugar a princípios mais absolutos. O segundo motivo é que as cerimonias são ensinadas sob coisas ou sinais externos e nestas coisas externas são prefiguradas e proclamadas visualmente as coisas internas, o próprio Cristo e seus santos mistérios.

Com base no que eu disse até aqui podemos aprender também que os antigos santos, que viveram sob o Antigo Testamento, não buscavam a justiça e salvação nas obras da Lei, mas nEle que é a perfeição e a finalidade da Lei – Cristo Jesus – e, portanto, que eles usavam a Lei e as cerimonias como um guia e tutor para conduzi-los pela mão a Cristo o Salvador. Pois sempre que eles ouviam que a Lei exigia a perfeita justiça de suas mãos, eles entendiam, pela fé por meio da graça, que, na Lei, Cristo foi posto como a absolutíssima justiça, a quem todos os homens devem buscar para obter justiça. Sempre que eles se reuniam na santa congregação para contemplar as sagradas cerimonias que Deus havia ordenado, eles não olhavam para as meras figuras, nem achavam que elas por si mesmas eram agradáveis a Deus para que fossem purificados de seus pecados por meio daquela forma externa de culto; eles lançavam suas mentes e fé no Messias que haveria de vir, que era prefigurado nas cerimonias e ordenanças da Lei. Portanto, aqueles que pensavam que eram aceitáveis a Deus e que o serviam corretamente meramente porque estavam ocupados com estas cerimonias, abusavam da Lei. Era contra este tipo de pensamento e convicção que os profetas tanto clamavam e acusavam. Neste sentido e por esta causa, o povo de Israel é frequentemente chamado de povo carnal. Não que todos os patriarcas e pais antes da vinda de Cristo fossem carnais, mas porque eles ainda viviam sob aquelas sombras externas e figuras exteriores; e porque havia entre o povo aqueles que não percebiam as coisas espirituais cujas sombras eram tais figuras externas e, portanto, pensavam ser aceitáveis diante de Deus por causa das próprias obras externas.

O segundo uso e ofício da Lei é o de ensinar aqueles que são justificados pela fé em Cristo sobre o que seguir e o que evitar e também sobre como os piedosos devem cultuar a Deus. Pois a Lei inclui uma doutrina absoluta tanto de fé em Deus quanto de boas obras. Pois, no primeiro uso da Lei, eu declarei que a lei moral e a lei cerimonial nos ensinam sobre a fé em Deus e em Cristo Seu Filho e conduz o homem ao conhecimento de si mesmo, para que ele possa entender que em si mesmo, isto é, na natureza do homem, não há qualquer bem ou qualquer vida; mas que todos os dons da vida, de virtude e de salvação, provem de Deus o Pai, a única fonte de toda bondade, por meio de Cristo – Seu Filho e Nosso Salvador. Neste segundo argumento sobre a finalidade, o uso, ou ofício da Lei de Deus, nós precisamos reconhecer que toda forma de virtude, o tesouro de toda bondade, é posta na Lei do Senhor e que o apóstolo aplica os preceitos da Lei na exortação e consolação. A primeira das duas tábuas da lei moral nos ensina sobre nossas obrigações para com Deus e sobre com Ele deve ser cultuado por nós. A segunda tábua estabelece os ofícios da vida e nos ensina sobre com devemos comportar-nos em relação ao nosso próximo.  As cerimonias também pertencem à religião e as leis judiciais ensinam como uma casa ou nação devem ser governadas para que, por meio delas, possamos viver honestamente uns com os outros e em santidade diante de Deus. Portanto, a Lei ensina toda justiça, temperança, [] e sabedoria, e instrui um homem piedoso em toda boa obra, na qual é necessário que um santo adorador de Deus seja instruído. É por isso que sempre que os santos profetas de Deus restabeleciam e restauravam o culto a Deus e a verdadeira religião que estava decadente, sempre que eles repreendiam e clamavam contra os erros dos homens, sempre que eles ensinavam a praticar boas obras que de fato são boas obras, eles sempre conduziam os homens à Lei e citavam todos seus testemunhos com base na Lei. Disto nós temos exemplos evidentes no décimo-quinto salmo de Davi, no primeiro e no trigésimo-terceiro capítulo do profeta Isaías e também no décimo oitavo capítulo de Ezequiel. Paulo no décimo-terceiro capítulo de Romanos resume todos os ofícios de nossa vida à lei do amor, pois, antes de Paulo, o Senhor já havia feito o mesmo no Evangelho[16]. Além disso, o profeta Davi, no nonagésimo-quarto salmo, clamou: “Bem-aventurado é o homem a quem tu repreendes, ó SENHOR, e a quem ensinas a tua Lei”[17], e no septuagésimo-oitavo salmo: “Porque ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e pós uma lei em Israel, a qual deu aos nossos pais para que a fizessem conhecer a seus filhos; Para que a geração vindoura a soubesse, os filhos que nascessem, os quais se levantassem e a contassem a seus filhos; Para que pusessem em Deus a sua esperança, e se não esquecessem das obras de Deus, mas guardassem os seus mandamentos”.[18] E também no décimo-nono salmo ele diz: “A Lei do SENHOR é perfeita, e revigora a alma; o testemunho do SENHOR é fiel, e dá sabedoria aos símplices. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro, e ilumina os olhos. O temor do SENHOR é limpo, e permanece eternamente; os juízos do SENHOR são verdadeiros e justos juntamente. Mais desejáveis são do que o ouro, sim, do que muito ouro fino; e mais doces do que o mel e o licor dos favos”.[19] E é sobre isso que trata também o salmo alfabético, o Salmo 119.

O terceiro uso ou ofício da Lei de Deus é o de reprimir os desordeiros. Aqueles que não são capazes de serem movidos a andarem ordenadamente por meio da razão, a Lei ordena que sejam controlados por meio do castigo, para que a honestidade, a paz e a tranquilidade pública possam ser mantidas em nações cristãs. Pois há alguns, e não é um número pequeno de pessoas, que se desviam de praticar o mal e vivem de maneira relativamente tolerável, não tanto por amor a virtude, mas por medo do castigo que vem sobre a vida desordenada. Portanto, é agradável a bondade de Deus, ao dar Sua Lei, providenciar a tranquilidade da humanidade. E é a isso que o apóstolo parecia se referir quando escreveu: “Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina”.[20]

Parte IParte II – Parte III – Parte IV

Tradução: Frank Brito
Fonte: The Decades of Henry Bullinger, Volume II, “The Eighth Sermon”


[1] Marcos 12:29-31

[2]  I Timóteo 1:5

[3] Deuteronômio 27:26

[4] Jó 9:2-3,15

[5] João 1:8

[6] João 1:10

[7] Romanos 5:13

[8] Romanos 4:15

[9] Romanos 3:20

[10] Romanos 7:7-10

[11] Gálatas 3:24

[12] I Coríntios 1:30

[13] João 5:45-46

[14] Gálatas 3:21-24

[15] Hebreus 10:3

[16] Mateus 22:37-39; Marcos 12:29-31.

[17] Salmo 94:12

[18] Salmo 74:5-7

[19] Salmo 19:7-10

[20] I Timóteo 1:9-10